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APLB mantém estado de greve e professores organizam paralisação para o dia seis de fevereiro

No dia 05 de dezembro a direção da APLB – Sindicato realizou uma Assembleia para tratar do impasse que a categoria vem enfrentando sobre a reposição salarial. De forma mais específica no que compete ao Piso Salarial Nacional mais conhecida como Lei 11.738/08 que em 2018 teve o reajuste de 6,81%.

A Lei nº 11.738/08 fez a previsão de reposição salarial de 6,81%. Desses por meio de paralisações e negociações foram conquistados 3.4%, mas ficaram 3.41% que após viagem a Brasília para tentar uma emenda parlamentar que complementasse o orçamento poderia ser revisto tal situação. Na viagem a Brasília não foi possível a reposição junto ao Ministério da Educação. Diante disso, foi marcada uma reunião com o prefeito Temóteo Alves de Brito, que não compareceu à mesa de negociação.

No contexto acima ficou deliberado que o final do ano terminaria em estado de greve caso o atual prefeito Temóteo Brito, não sente para negociar com a categoria sobre a perda no que compete aos 3,41%.

Dado a falta de acordo, a APLB decidiu manter a greve. Os profissionais seguirão normalmente as atividades de inicio das aulas, que está previsto para sexta-feira (01), porém, na  quarta-feira (06), haverá a paralisação, onde os professores organizam uma passeata de protesto e em seguida participará da sessão da Câmara de Vereadores.

A diretora da APLB e presidente do conselho municipal, Adriana Serapião explica como esta o andamento da negociação com relação ao reajuste do ano passado: “Nos tivemos uma assembleia no ultimo dia 28 de fevereiro com a categoria e ficou determinado que nós fizéssemos a paralisação em virtude da metade do reajuste do Piso ano passado, que foi de 3,41 que ainda não foi pago pela gestão”, explicou.

Segundo Adriana, em virtude disso a categoria tirou em assembleia essa paralisação, mas que, também teve uma reunião com o secretário de Educação e com o chefe do RH para que fosse feito a entrega de documentos para nortear na analise da folha de pagamento e o poder de pagamento da prefeitura. Adriana relata que foi entregue e a documentação está sendo analisada.

De acordo a diretora da APLB, espera-se que a prefeitura procure meios de fazer este reajuste, visto que se trata do reajuste do ano passado. “Esperamos que a prefeitura encontre caminhos por se tratar de uma lei federal e nós estamos lutando, ainda, pela metade do ano passado, lembrando que temos 4,17 deste ano, que o governo federal promulgou em janeiro e já precisamos também discutir sobre esse reajuste”, diz a diretora.

E continua: “Estamos fazendo essa analise junto com o RH e com a secretaria de educação desta condição de pagamento e se havendo essa condição, e o prefeito não ir para mesa de negociação com o Sindicato, nós faremos uma paralisação de advertência no dia 6 de fevereiro, não havendo negociação iremos para uma possível greve”, explica a diretora.

A professora Brasília, falou quais foram as pautas da reunião: “Nós temos 26 pontos de pauta mas o mais importante é o ponto do pagamento do PIS do ano passado. No ano passado a revisão foi de 6,81 esse percentual foi pago apenas 3,4 e ficou 3,41 restantes. Nós fomos até Brasília, junto com secretário  para tentar um recurso para o cumprir com a lei do Piso e infelizmente voltamos sem resultado”, disse.

E conclui “Faremos uma paralisação de alerta para que o gestor perceba a insatisfação da categoria e que venha negociar a pauta de 26 itens, visto que as pautas pedagógica estão paradas, esperamos que sejam feitas algumas mudanças para que a educação ande para frente. A intenção do sindicato é colaborar com o crescimento na educação de Teixeira de Freitas, mas para isso é preciso que o gestor esteja afinado com esse desejo”, finaliza.

Segundo a Secretaria de Educação e Cultura está sendo realizada reuniões periódicas com a diretoria da APLB para manter o diálogo aberto com a categoria.

Fonte: FoconoPoder

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