Teixeira de Freitas passa a ter um sistema de monitoramento eletrônico de pessoas em progressão de pena e em casos de violência doméstica contra a mulher. A cerimônia de implantação da Central de Monitoramento foi realizada nesta terça-feira, 8, no Salão do Júri do Fórum da Comarca de Teixeira de Freitas.

O evento contou com a presença do prefeito Temóteo Brito, do secretário estadual de Administração Penitenciária e Ressocialização, Nestor Duarte, a corregedora-geral da Justiça, Desembargadora Lisbete Maria Cézar Santos, o corregedor da Justiça, desembargador Moacyr Pitta, o diretor do Fórum da Comarca de Teixeira de Freitas, juiz Roney Jorge, a juíza de Execução Penais, Adriana Tavares, e o assessor especial de Gestão Prisional, coronel Paulo Sérgio.

À Desembargadora, pediu o apoio e a atenção para as necessidades da comarca de Teixeira e aos seus juízes; “É com grande alegria que retorno a Teixeira para fazer a implantação da Central e a entrega das tornozeleiras eletrônicas e dos botões de pânico para a proteção de mulheres, em casos de crimes da Lei Maria da Penha. Com as tornozeleiras ganha a cidade, o estado e os apenados que monitorados 24 horas podem após o trabalho desfrutar do convívio da família enquanto são ressocializados. Um avanço que acontece em parceria com o Tribunal de Justiça, da Corregedoria Geral e da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP)”, disse a desembargadora Lisbete Maria Cézar Santos. Dirigindo-se aos apenados presentes no evento ressaltou ainda “espero que vocês reconheçam a oportunidade que é dada a vocês e lembrem de todos que não a tem”.

Nestor Duarte, secretário estadual de Administração Penitenciária e Ressocialização, lembra que Teixeira de Freitas é a sétima cidade da Bahia a receber o serviço, “uma forma de evoluir as pessoas que estão presas no semiabertas para o domicílio. A partir de agora, vamos poder acompanhar onde eles estiverem e se saírem da área de inclusão ou entrarem na área de exclusão do tornozeleira, em imediato, o sistema aciona a polícia em minutos e no caso de violência familiar, temos os botões do pânico, braço direito na proteção da vítima, que normalmente é mulher”.